sábado, 17 de novembro de 2018

ECONOMIA & NEGÓCIOS


Hora e vez do Mercado de Capitais
O controle da inflação dentro da meta de 4,5% ao ano, definida pelo Banco Central para 2018, e a manutenção da taxa básica de juros Selic no piso histórico de 6,5% ao ano criaram o ambiente ideal para o avanço do mercado de capitais no Brasil. Com o momento favorável, esta vertente tem se consolidado com uma opção para investidores brasileiros, que estão sofisticando seu comportamento em relação às aplicações, procurando maior rentabilidade diversificação da carteira. Por outro lado, as empresas estão descobrindo no mercado de capitais uma fonte poderosa para financiar projetos, em um cenário onde todos podem sair ganhando. A Bolsa de Valores no mês passado (outubro) teve ganhos acima de 10%. Ações, como do Bradesco PN, ultrapassaram 20% de ganhos. O Ibovespa deve ultrapassar os 90 mil pontos ainda neste ano.

Mais otimismo para 2019 (1)
Depois de cinco anos de muito aperto, as expectativas para 2019 mostram um pouco mais de otimismo com a economia. As previsões para o crescimento da renda brasileira (ou Produto Interno Bruto, como dizem os especialistas) estão em torno de 2,5%. Não se trata de nenhuma maravilha, mas é a maior taxa desde 2013. Basta lembrar, neste ano, o aumento deve ficar só um pouco acima de 1% de 2017. Isso para nem falar do empobrecimento geral em 2015 e 2016. A vitória de Bolsonaro na eleição presidencial está contribuindo para melhorar o clima do mercado. Pessoas sérias e competentes estão sendo escolhidas para a equipe econômica do próximo governo. A inflação está baixa e os juros nos bancos tendem a cair. O dólar se acalmou. Tudo isso encoraja investimentos e contratações, pelo menos na teoria.

Mais otimismo para 2019 (2)
Na prática, tudo vai depender da capacidade do futuro presidente de consertar as contas do governo. Para isso, ele vai ter de conter a alta de gastos com aposentadorias, principalmente, e salários. Se não conseguir, vai faltar grana para todo o resto, e a confiança no país periga ir para o ralo de novo. A economia só cresce para valor quando as empresas acreditam no futuro e gastam com novas fábricas, máquinas e funcionários. O governo ajuda quando controla seu Orçamento e não cobra impostos demais. A melhora esperada para 2019 não basta para tirar o país do buraco. O que o Brasil não tem conseguido é engatar uma sequência de anos de progresso.

Produtividade
A produtividade industrial cresceu 4,2% no terceiro trimestre, compensando as perdas de 3,4% registradas no trimestre anterior por causa da greve dos caminhoneiros. A informação consta do estudo divulgado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

HSBC planeja retornar
O banco HSBC está planejando voltar ao Brasil, três anos depois de vender a maior parte de suas operações no país, porque seu novo presidente-executivo, tem como objetivo recolocar o maior banco europeu em “modo de crescimento”. Os executivos do banco estão discutindo suas operações em São Paulo, a fim de reconquistar clientes empresariais brasileiros. Muitos deles foram perdidos quando o HSBC cortou suas conexões com o mercado do país em 2015.

Temer em Balneário
O presidente Temer virá a SC em dezembro para inauguração do Centro de Eventos de Balneário Camboriú. A informação foi trazida pelo ministro da Secretaria de Governo, que fez uma nova vistoria nas obras acompanhado do ministro do Turismo e acertou detalhes sobre a inauguração. A expectativa do governo é entregar a obra física a partir de 15 de dezembro.

Artesanais
Levantamento feito pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento indica que as marcas de cervejas artesanais cresceram 130% nos últimos cinco anos. Com mais de 170 mil rótulos, o setor avançou 23% entre janeiro e setembro desse ano e já projeta ultrapassar o marco de mil empresas.

Celesc investirá no Vale do Itajaí
Nos próximos cinco anos, a Celesc vai investir R$ 233 milhões em melhorias do sistema de energia do Vale e do Litoral Norte. Os recursos serão aportados na construção de quatro novas subestações, ampliação de outras seis e na viabilização de quatro novas linhas de distribuição. Além disso, parte da verba irá para instalações de equipamentos como religadores, reguladores de tensão, banco de capacitores e medidores de energia. O pacote abrange dez municípios da região, incluindo Brusque, que receberá nova subestação (SE) na tensão de 138/23kv e capacidade instalada de 26,67 MVA (obra já iniciada) e uma linha de distribuição (LD), na tensão de 138kv e com 0,01 km de extensão.  

Insegurança jurídica
Empresas do setor atacadista de autopeças instaladas em Santa Catarina com incentivos dados pelo governo poderão se transferir para outros Estados. O decreto 1.711 assinado pelo atual governador, muda as regras vigentes e exige o recolhimento integral do ICMS até o dia 31 de dezembro, do estoque de peças existentes nessas organizações. Denúncia contra a insegurança jurídica foi feita na Assembleia Legislativa e o secretário da Fazenda prometeu estudar a revogação do ato.

Turismo qualificado
O município de Gramado, na Serra gaúcha, deverá receber este ano mais de 8 milhões de turistas nacionais e estrangeiros. Continua sendo o melhor exemplo do turismo de qualidade, profissional, comunitário do Brasil. O deputado Leonel Pavan retornou impressionado de lá, onde proferiu palestra na Feira de Turismo. Tudo bonito, super-decorado, organizado e limpo. Não viu um só craqueiro.

Sem aval
O Estado de Santa Catarina perdeu a capacidade de conseguir financiamento com aval do governo federal. É o que mostra o Boletim de Finanças dos Entes Subnacionais, publicado pelo Tesouro Nacional. Para se habilitar a obter o aval da União, os Estados precisam receber nota A ou B. Em 2017, Santa Catarina ultrapassou o limite dos 60% com despesas com pessoal.

Traição
O contribuinte catarinense que cumpre com seus deveres novamente faz o papel de otário. Duas medidas provisórias do governo estadual criam um novo programa de recuperação fiscal (Refis) relacionados a impostos sobre herança (ITMCD) e ICMS. Se cumprissem o que manda a lei, o caixa do Estado não teria que abrir mão de R$ 170 milhões, que é o custo do benefício. É um insulto ao bom pagador.

Investimentos
Os títulos de renda fixa apresentaram a melhor rentabilidade média do ano no mês de outubro, segundo dados da Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capital). O indicador IMA-geral encerrou o ano em 7,9%, com ganhos de 3,5%.

Fazendo as contas
Segundo a Planejar (Associação Brasileira dos Planejadores Financeiros), os consumidores inadimplentes devem aproveitar o 13º salário para quitar dívidas mais altas, como cartão de crédito e cheque especial. Tão importante quanto quitar as dívidas, é colocar o orçamento da família no papel para saber quais compromissos financeiros é possível assumir. Para quem não tem contas em atraso, o 13º pode ser investido.

Menor desemprego
Santa Catarina continua com a menor taxa de desemprego do país, com 6,2%. Mato Grosso (6,7%) e Mato Grosso do Sul (7,2%) também estão no pódio. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), do IBGE, que também apontam que SC tem o menor percentual de trabalhadores sem carteira assinada: 11,6%. No terceiro trimestre de 2018, o número de empregados no setor privado sem carteira assinada cresceu 4,7% em relação ao trimestre anterior, um incremento de 522 mil pessoas. Frente a julho-setembro de 2017, esse aumento foi de 5,59% (601 mil pessoas). O mesmo levantamento referente ao terceiro trimestre de 2018 mostra que a taxa de desemprego no Brasil foi de 11,9%. Em 21 das 27 unidades da Federação, a taxa de desocupação permaneceu estável em relação ao segundo trimestre deste ano. O único Estado com alta foi Roraima de 11,2% para 13,5%.

Brasileiros voltam a comprar carros
Consumidores que conseguiram manter emprego e renda durante o período mais duro da crise voltaram a comprar carro nos últimos meses, reflexo de alguma recuperação de confiança após primeiros sinais da retomada econômica. Essa é a explicação de executivos da área de crédito a veículos de grandes bancos brasileiros para o crescimento nos financiamentos do segmento, que ajuda a alavancar as vendas no ano. Montadoras relatam otimismo com o resultado de 2018, mesmo após paralisação dos caminhoneiros, Copa do Mundo e eleições. Segundo dados do Banco Central, a carteira de veículos cresceu 12% em setembro quando comparada com igual mês de 2017. Os dados aparecem também nos resultados dos bancos no terceiro trimestre.

Pronegócio
As negociações realizadas durante a 47ª Pronegócio Outono/Inverno 2019 resultaram em mais de 300 mil peças vendidas. O evento promovido pela AmpeBr (Associação das Micro e Pequenas Empresas de Brusque e Região), atraiu lojistas de todo o Brasil entre os dias 12 e 15 de novembro, em Brusque. Apesar de o comércio em geral enfrentar dificuldades nos últimos anos, a AmpeBr está sempre se reinventando para garantir sucesso da Pronegócio. Nesta edição foram 100 empresas fornecedoras e 180 empresas compradoras, que totalizaram mais de 400 compradores. Os trabalhos da AmpeBr agora se voltam para a organização da 48º Pronegócio, que acontece de 14 a 18 de janeiro de 2019 e contará com as coleções do Alto Inverno 2019. O evento volta a acontecer no Pavilhão Municipal de Eventos, já totalmente recuperado.

Idosos sustentam a casa
A grande maioria dos idosos no Brasil (91%), contribuem com o orçamento da casa em que moram, segundo pesquisa do SPC Brasil com a Confederação dos Lojistas (CNDL). Além disso, 43% dos brasileiros acima de 60 anos são os principais responsáveis pelo pagamento de contas e despesas da casa. O percentual chega a 53% entre os homens. Não é só a crise econômica, mas também uma mudança demográfica e comportamental dessa população.

Atividade econômica
A economia brasileira registrou crescimento de 1,74% no terceiro trimestre deste ano em relação ao trimestre anterior, segundo o IPC-BR (Índice de Atividade Econômica do Banco Central), medido pelo BC. Em comparação com 2017, o crescimento foi de 1,72%. O índice incorpora informações sobre o nível de atividade da indústria, comércio e serviços, agropecuária e volume de impostos. O índice é usado pelo BC na decisão sobre a Selic, a taxa básica de juros.

17 anos
A Câmara de Mediação e Arbitragem de Brusque (CMABQ) está comemorando neste dia 20 de novembro, 17 anos de existência. Foram milhares de procedimentos (processos) resolvidos, a grande maioria pela Mediação. Nenhuma sentença arbitral anulada, neste período pelo Poder Judiciário. Isso mostra a seriedade da entidade. As pendências das empresas com valores, e também de pessoas físicas, podem ser trazidas para a Mediação e Arbitragem. É a aplicação da Lei Federal 9307/96, com as alterações pela lei 13.129/2015, mais o Marco da Mediação pela lei 13.140/2015 solucionando os litígios fora do Poder Judiciário, como acontece na maioria dos países mais adiantados como EUA, Alemanha, Japão, Itália, Espanha, Canadá, Chile, entre tantos outros. A Câmara de Mediação e Arbitragem de Brusque é filiada à CBMAE (Câmara Brasileira de Mediação e Arbitragem Empresarial), CONIMA (Conselho Nacional das Instituições de Mediação e Arbitragem), FECEMA (Federação Catarinense das Entidades de Mediação e Arbitragem) e ainda à ACIBR e CDL em Brusque.

Maiores do Sul
No total, Santa Catarina classificou 121 empresas entre as 500 maiores do Sul. Oito a menos que na edição anterior do ranking. Entre as empresas que deixaram a lista, segundo a publicação, estão a Círculo, de Gaspar, e a Univali. Apesar disso, o Estado emplacou quatro representantes no top 10. Mesmo em número reduzido, as empresas catarinenses apresentaram níveis de endividamento menores e margens de rentabilidade e liquidez superiores em comparação com as companhias paranaenses e gaúchas.

Ações contra o JEC
Falta de pagamentos aos atletas do Joinville nesta temporada está causando um sério prejuízo ao clube. Diariamente, surgem ações judiciais de jogadores que passaram pelo clube nesta temporada e não tiveram todos os seus compromissos honrados. O JEC precisa discutir seriamente este problema. Não há como manter o clube de forma viável com tantas ações judiciais, dívidas com fornecedores e diminuição de receita ano após ano. Hoje, o futuro do “tricolor” está seriamente ameaçado caso nada aconteça para estancar este problema. Neste ritmo, as dívidas só vão aumentar.

Dívidas com instituições financeiras
As dívidas com bancos, operadores de cartão de crédito, financeiras e leasing afligem metade (52%) dos brasileiros com “nome sujo” no Serviço de Proteção ao Crédito, o SPC Brasil. Em setembro, 62,6 milhões de pessoas estavam “negativadas”, equivalente à população da Itália ou pouco menos de um terço da população adulta com 20 anos ou mais. Em relação às instituições financeiras, a inadimplência equivale a 2,7% dos saldos. A maior parte do montante da inadimplência é devida aos bancos públicos (46,2%). Em segundo lugar estão as instituições privadas de capital nacional (41,2%). Em terceiro lugar, as instituições de capital estrangeiro (12,4%).

Radiação no dia a dia
Os confortos da vida conectada, com energia elétrica e satélites, radares e antenas que monitoram em tempo real toda a nossa vida, tem seu preço. Estamos imersos em uma enorme teia eletromagnética de proporções inimagináveis décadas atrás. A começar pelas torres de transmissão de energia e telefonia, que estão carregadas de radiações com efeitos duvidosos (ou perturbadores). Cientistas de diversos países constataram que o corpo humano não foi preparado para lidar com as interferências provenientes dos campos eletro-magnéticos. Tanto os celulares quanto as comunicações via wi-fi e por bluetooth utilizam ondas de comprimento muito baixo, as chamadas micro-ondas, com altas frequências. Sintomas como dores de cabeça e irritabilidade, além da pré-disposição a diversos tipos de doenças estão sendo associados à exposição excessiva à radiação. Para as crianças, o perigo é ainda maior.

Mais empregos
O Sebrae/SC divulgou dados da pesquisa Tendência Conjuntural dos Pequenos Negócios referente aos resultados do último trimestre e perspectivas dos empresários para o próximo. Para a pesquisa, foram entrevistados 400 pequenos negócios em todas as regiões do Estado, nos setores de indústria, comércio e serviço. A pesquisa realizada entre os dias 1º e 5 de outubro. Um ponto de destaque do estudo é a geração de empregos. A pesquisa apontou o melhor índice da série histórica no quesito de geração de trabalhos formais. De acordo com o estudo, há uma previsão de aumento de 2,57% de novos postos de trabalho, número impulsionado pelo setor de serviços. No terceiro trimestre, foram geradas 11,3 mil vagas nos pequenos negócios, conforme dados do Caged.

Efeito colateral
Empresários do Oeste de SC estão preocupados com a determinação do presidente eleito de mudar a sede da embaixada do Brasil em Israel da capital Tel Aviv, para Jerusalém. Temem a reação dos árabes e que centenas de milhões de toneladas de carne catarinense deixem de ser exportadas, já que se fala em boicote se a decisão for adiante.

Eletropostos
Especialistas da Agência Nacional de Energia Elétrica testaram o corredor elétrico no trecho que vai de Curitiba até Florianópolis. Ao longo dos 300 quilômetros de extensão, a Celesc, em parceria com a Fundação Certi, disponibilizou sete eletropostos. O primeiro do trecho fica em Araquari, no Norte do Estado, no posto Sinuelo. As recargas em todos os postos estão ocorrendo de forma gratuita, enquanto se implementa um módulo de negócio, ainda em estudo.

Roteiro de compras
O Conselho Municipal de Turismo de Guabiruba planeja criar um roteiro para atrair a fatia do mercado turístico de compras. A formação do roteiro ganhou força após a empresa Raízes do Brasil, contratada pelo Consórcio Intermunicipal do Médio Vale Itajaí (Cimvi) para fazer o levantamento de atrativos turísticos na cidade, identificar como potencial turístico as empresas têxteis com lojas de atendimento ao público como segmento para turismo de compras.

Intermodal
Nas articulações de 2010, quando a estrutura passou a ser prevista em lei estadual, o complexo intermodal de Araquari tinha expectativa de utilizar 27 milhões de m2 de área. Um aeroporto seria a alavanca. Como se sabe, a proposta ficou no papel. No recente decreto de declaração de utilidade pública de áreas da zona rural de interesse aeroportuário, a restrição para mineração é um polígono de 8,4 milhões de m2. Segundo admite o atual prefeito do município, a implantação do complexo ainda vai levar muito tempo. É um projeto muito grande. Além do aeroporto, o complexo prevê um terminal de cargas, com conexões rodoviárias e ferroviárias.

Saúde
O Hospital Dona Helena, de Joinville, completou 102 anos de fundação no último dia 12. É uma das referências hospitalares em Santa Catarina.

Navegantes bate recorde
O Aeroporto de Navegantes fechou outubro com recorde histórico para o mês em número de passageiros. Passaram pelo terminal 174,5 mil pessoas, 11% a mais do que no mesmo período do ano passado. O mês é um dos que tem mais movimentação no aeroporto, especialmente devido as festas de outubro. As festas de outubro, de fato, são o principal impulsionador dos números do terminal durante o mês. Mas podem não ser o único motivo. O Beto Carrero World, por exemplo, teve aumento de 14% no número de visitantes que chegam á região por via aérea no “mês das crianças”.

Verba para aeroporto
Em Balneário Camboriú, o ministro Carlos Marun confirmou o envio de R$ 80 milhões para ampliação do terminal de passageiros do Aeroporto de Navegantes. O recurso virá de nova etapa do Programa de Aceleração de Crescimento (PAC). A obra deverá iniciar-se no próximo ano, já no novo governo. O ministro comentou que viu de perto a situação de Navegantes e percebeu que o terminal está precisando de expansão. A ideia é que, juntos, o novo terminal e o Centro de Eventos de BC tenham a capacidade de alavancar negócios no turismo para a região.

Leite exportação
Santa Catarina comandará a chamada Aliança Láctea Sul-Brasileira, frente dos três Estados constituída para fortalecer a cadeia produtiva do leite e negociar sua exportação. Metade do leite a ser vendido no Brasil dentro de dois anos será produzido no Sul.

Mercado de pulgas
Mais de 100 expositores transformaram o Pavilhão de Eventos em Brusque em um grande antiquário: peças para carros e bicicletas antigas, coleções de cédulas e moedas, rádios, discos de vinil, brechós e objetos de arte e decoração foram algumas das opções que os visitantes encontraram. A 12ª edição do Mercado de Pulgas foi realizado nos dias 10 e 11 e a próxima edição já tem data: será dias 9 e 10 de março de 2019. Os visitantes vieram não somente de Brusque, mas das cidades da região, do Paraná, do Rio Grande do Sul. Cerca de 30% dos expositores estavam participando do evento como comerciantes pela primeira vez. Muitos jpa consideram o evento como o maior de Santa Catarina e do Sul do Brasil.

Multas milionárias
O presidente da Associação Brasileira de Logística e Transporte de Carga, o catarinense Pedro Lopes, esteve reunido com o presidente Temer, em Brasília, para tratar de negociação sobre as multas aplicadas aos caminhoneiros durante a última paralisação nacional. Relatou as conversações com a AGU e o STF. As multas são superiores a R$ 900 milhões.

Mercado de flores
O Alto Vale ganhará um importante reforço para o mercado de flores. O Senac escolheu Rio do Sul como sede da sua primeira escola de arte floral no Brasil, que terá certificação do Ministério da Educação. A estrutura já está em construção e abrirá turmas em 2019. O investimento coroa um bem sucedido trabalho de formação de profissionais para a área que vem sendo feito na cidade. A nova escola seguirá padrões internacionais. Além de técnicas de manipulação, manuseio e colheita das flores, os alunos aprenderão a fazer arranjos para diferentes eventos e situações. O mercado potencial é imenso.

Sem crise
Na contramão da turbulência da economia, o Instituto Brasileiro de Floricultura (Braflor) projeta crescimento de 7% no setor neste ano, com previsão de vendas ao consumidor final de R$ 8 bilhões. Em Santa Catarina, conforme dados da Epagri, existem 500 produtores de plantas ornamentais e flores em 115 municípios, que movimentam R$ 37 milhões por ano.

Molecagem
É de assinar embaixo a manifestação do blogueiro Cláudio Humberto: “A decisão de senadores enrolados na Justiça de aprovar o aumento bilionário do Judiciário foi uma molecagem contra as contas públicas: o País quebrado gastará até R$ 6,5 bilhões com isso só no primeiro ano”.











Nenhum comentário:

Postar um comentário